sábado, 8 de outubro de 2011

Lição de Vida

Um belo dia de sol, Sr Mario, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada. A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão. Ao chegar à porta de casa encontra seu filhinho de 6 anos, martelando alegramente a lataria do reluzente caminhão. Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo. A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido a realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados. Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados. Poré, o menino era forte e resistia bem ao ato cirugico, devendo os pais aguarda-lo no quarto. Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, entrestecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão bruto com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado. Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
-Quer dizer que não está mais bravo comigo?
-É claro que não! -Respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
-Se estou perduado papai, quando meus dedinhos vão nascer denovo?
Moral da história: Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes n/ao podemos "sarar" a ferida que deixamos. Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis. Não há nada pior que o arrependimento e a culpa! 

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